“Este
artigo abordará a gestão de pessoas enquanto classificadas, dentro das
organizações, de talentos ou não-talentos – embora esta segunda denominação não
seja tratada de forma explícita.
A
gestão de pessoas como um todo, de acordo com as colocações de pessoas
referências na área de desenvolvimento humano, segue uma premissa simples: todo
indivíduo tem um potencial inexplorado. E nesta abordagem não existe um
"se". Não está condicionado a algo.”
O
talento pode ser definido como aquele que torna algo que é difícil para os
outros em uma tarefa simples de ser executada. Esta definição sugere que os
potencias são aqueles que têm dificuldades em certas tarefas, são aqueles que
ainda não se “encontraram”. Mas de quem é o dever de ativar esse gatilho
“inconsciente” nas pessoas?
O
artigo refere que “A maioria dos profissionais hoje estão na espera de que
alguém os direcione, desenvolva-os e os motive. E isso é natural, pois
crescemos fazendo tarefas esperando sempre uma aprovação. E quando não sabemos
o que fazer não seguimos em frente, ou se seguimos, fazemos com dúvida.
Esperamos que alguém também nos diga a direcção.”
É
fundamental para uma organização ajudar os denominados “não-talentos” a encontrarem-se,
analisar os seus pontos fortes e fracos e explorar as suas habilidades. E nunca
abandoná-los. Mas o trabalho não deve provir apenas da organização, os
indivíduos devem aperfeiçoar o autoconhecimento e a automotivação pois estas
são as chaves para desenvolverem o seu potencial.
Leia mais em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/a-gestao-dos-nao-talentos/85504/

Sem comentários:
Enviar um comentário